1: Arrogância nascida do sucesso: É realmente preciso falar isso de uma montadora conhecidíssima por provavelmente achar que qualquer coisa com uma bola com um V e um W na grade vá vender feito água no deserto?
2: A perseguição por mais: Neste caso, mais lucro. Que diga a infame desatualização dos motores (APzaum for-nearly-ever) e o abandono de alguns modelos que ainda tinham algo a dar (#RIPParati #SalvemAsPeruas) enquanto alguns outros mantinham-se apenas maquiados e com preços fora da realidade (KOMBI E GOLF, ESTAMOS JOGANDO O ALHO EM VOCÊS!)
3: Negação de risco e perigo: Começemos lááááááááááááá na época da Autolatina, quando a VW matou o Voyage e passou os outros quinze anos tentando achar um sucessor decente, até ter que ressuscitá-lo para enfrentar uma concorrência que ficaria ainda pior com o tempo. Ah, não nos esquecemos dos mais de oito mil recalls e a famigerada depenação do Gol iniciada de certa forma no G3 e terminando no infame G4 (que já teve a desonra suprema de aparecer nesse blog). Sem contar a infame estratégia de priorizar custo-benefício, valor de revenda (puta desculpa de cara que acha que carro é investimento) e (suposta) durabilidade, sendo que não só a imprensa especializada...
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| Tirando o Jetta turbo, que é um motherfucking carro mesmo (infelizmente custa os olhos da cara), mais uma vez, Das Fail |
Pulemos o estágio 4 do texto americano porque a VW não fez nenhuma compra de empresas ou coisas parecidas desde que o pessoal desse blog se vê como gente (ou boneco humano). Parece que a Volkswagen está indo direto ao estágio 5 a médio ou longo prazo: render-se à condição de irrelevância ou se ferrar de uma vez por todas. Porém, parece que estão se esforçando para voltar ao patamar anterior, vide futuros lançamentos do Up! e do Santana (usamos a pontuação correta?)
(prevemos comentários inflamados de fanboys nos premiando com uma viagem de uma semana para um campo de trabalhos forçados na Coréia do Norte)







